Quadrados a nos governar
Por trás de suas cortinas de seda
Nossa realidade é o sangue
Que jorra na valeta-cidade
Não podemos pagar
Ainda sim revidaremos
Mesmo que magros e cruéis
Mesmo que com ódio nos olhos
Mesmo que com fome também
Tomaremos seu prato de assalto
Seu vinho embebido em veneno
Você não vai perceber
Porque aqui o barulho do tiro é alto
Mas o silêncio da ganância mata mais rápido
Vocês já estão mortos por dentro.
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