sábado, 17 de dezembro de 2011

Escape

Desde quando o moral e o imoral são coisas diferentes? Sinceridade? Felicidade? Não acredito muito naquilo que termina em cidade. Não gosto de nada nem de ninguém, e não é uma opção, é um tipo de obrigação involuntária imposta por meus reflexos, instintos e sistema imunológico.

Eu gosto mesmo é do enfermo, da febre e do estrago, eles são a realidade que me fazem crescer e refletir sobre o tudo, o nada, todos e ninguém. Que era do grande, antes, quando pequeno? - Não estou falando de dimensões.

Eu não quero mais nada, sinto muito eu mesma, sinto muito ego. Dessa vez eu acabei com vocês numa tacada só. Pois só estou, e me prefiro assim.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Eventus damni

Dê visão ao enxergar, e ao crescer; um bom livro.

Eis me aqui à ser o mal, pois o bem não me coube, achei-o mascarado e sem saber o perigo o desvendei. Encontrar-se ao lado oposto da massa daltônica não é de fácil vivência, te leva à um breve julgamento sem fundos e uma eterna sentença, por ser, e não parecer, como o resto dos objetos ambulantes que em minha concepção hão de fazer hora extra neste mundo, e domina-lo, com sua boa aparência, justamente aquela que hei de citar a princípio.

Duas borrifadas do mais caro eau de toillete e exalar flores ao caminhar para ser bem concebido perante aos anônimos robóticos, e assim, camuflar o mau cheiro e insensatez de teu ''ser'', não hão de ser e nunca serão - não considere minhas citações julgamentos, como observadora nata, estou apenas descrevendo-os  - pois a acomodação e ausência de senso crítico os impedem do ser, parecer é o que restou aos bons.

Por aqui me esqueço, pois hei de me perder em minhas conclusões.