domingo, 22 de abril de 2012

Chchchchchaos cochichado

O vermelho colore as vísceras alheias - Ah como eu desejaria estas cores fadigadas de amor!

As guelras dos indivíduos respirando o individualismo, sugando o bom-feitio.
As guerras, a lobotomia.

Quando eu gosto de sangue a multidão me estranha.

Os olhares jogados por cima dos ombros serram as pernas, 
que caminham cansadas as ruas do centro de São Paulo.

O esgoto.
O desgosto.
A diarreia mental.

Os ternos e gravatas, os engraxates, os engraçadinhos.
Crianças moribundas,
o nariz escorre.

Estamos fora de órbita, estamos fora do ninho.

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