O vermelho colore as vísceras alheias - Ah como eu desejaria estas cores fadigadas de amor!
As guelras dos indivíduos respirando o individualismo, sugando o bom-feitio.
As guerras, a lobotomia.
Quando eu gosto de sangue a multidão me estranha.
Os olhares jogados por cima dos ombros serram as pernas,
que caminham cansadas as ruas do centro de São Paulo.
O esgoto.O desgosto.
A diarreia mental.
Os ternos e gravatas, os engraxates, os engraçadinhos.
Crianças moribundas,
o nariz escorre.
Estamos fora de órbita, estamos fora do ninho.
Muito bom seus textos Amandinha!
ResponderExcluirParabéns!
Obrigada!
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