Eu não confiava em ninguém. Não confiava no céu que falava sol e fazia chuva, não confiava em Deus que dizia amor e fazia ódio, não confiava nas notícias. Não confiava nas pessoas, não confiava nos objetos, não confiava em mim mesma. E ainda sim, era obrigada a escolher alguém pra governar a merda do país. Ou exemplos mais comuns, como pedir açúcar pro café ao atendente amargurado da padaria... ou até mesmo dormir com os pés pra fora do cobertor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário