Vagueie cego e sem coração como uma estátua ambulante. Você erra ao não olhar para os dois lados. Não ultrapasse a faixa. Novamente você erra e prossegue a seguir o mandato, o imposto à lhe condenar. Exaustivo é opor-se ao dilema, a multidão logo se rende. É prazeroso assistir, doloroso viver.. E as tremedeiras contínuas, só para constar que ainda é quente a pele que habito.
Sintonize o rádio em chiados, pois as estações muito que dizem mas não sabem do que estão há falar. E a desespero mútuo abrem-se as bocas, fecham-se os olhos famintos que perseguem o andar descalço de alguém. E novamente a fome não vem do estômago.
Demorou demais a acordar, submerso à indignação pois-se a encontrar. E ao abrir os olhos então o amanhã o engolirá, pois se cansar daqui é se perder para outro lugar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário