quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Escombros e Escambo

Há um desgosto sobre si;
provoca esforço pra sorrir.
O espelho esboça o cair
junto as paredes à ruir.

Um céu nubla-se de sinceridade e a ventania faz seu papel, apagando os rastros na areia fofa e varrendo a cidade, com sua rude leveza.

Talvez eu sinta sua ausência,
nas tardes de ocioso tempo
O incômodo de sua indecência
ao jogar palavras ao vento.
E do outro lado da enxurrada
talvez a falta me sinta,
quando eu não sentir mais nada
e não houver sua vinda.

As lágrimas de choro serão nossas reticências.

2 comentários:

  1. Suas imbecilidades desoriantam, a necessidade deprime, os gritos são de alerta e seu perfume sublime.
    Seu saukerlismo imbecil, feminino. Sua sujeira capilar - bodas de fezes.
    Sorria com os olhos, pra não cair a língua durante a febre.
    E nas enxaquecas mais prazerosas, enfie-me todo em qualquer buraco seu e me gire com força. (L)
    Já q meus braços ainda não voltaram ao normal. Nenem.

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